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18 de julho de 2013
Joinville Antigamente….postado por Sanderlene
23 de julho de 2013Ser uma Amélia é ser uma mulher de verdade, capaz de todos os sacrifícios, segundo a letra de uma das nossas canções populares, de autoria de Mário Lago, musicada por Ataulfo Alves. Na Inglaterra, Amélia é também um sinônimo de boa esposa, mas por diversa razão. É que é esse um modelo de afeição conjugal, no romance de Henry Fielding, “Amélia”, publicado no ano de 1751. Mas como é esta mulher de verdade? A cortesã ardendo nas chamas do desejo e enlouquecendo os homens? Não falta quem veja na mulher apenas uma fêmea. Ou será a mulher-boneca, a mulher-manequim, a mulher de classe, de encomenda para as recepções, ou acontecimentos sociais? Que sabe sorrir atrás do leque, ter charme – mas frívola e inconseqüente? Será a mulher frágil, que toda hora nos dá a impressão de que pode quebrar-se como se fosse de biscuit (porcelana fina, duas vezes cozida, que na cor e no aspecto imita o mármore branco) ? Sempre tímida, sempre insegura, sempre chorando à toa e vendo no homem o seu cão de guarda? No último capítulo do livro de Provérbios (31.10-31) está um admirável perfil da mulher de verdade. Que não é a mulher fescenina, licenciosa, nem a mulher romântica da literatura de água com açúcar. O texto citado é um poema alfabético acróstico (em hebraico), dedicado à mulher. Começa dizendo que uma mulher como aquela é mais preciosa que finas jóias. Foi escolhida como protótipo uma mulher casada, dona de casa, mãe de vários filhos, tendo empregadas e vivendo no lar e, acima de tudo, cuidando da família. O que não quer dizer que a mulher de verdade tem que ser tudo isso: casada, com filhos e ocupada em afazeres domésticos. Essa foi escolhida para mostrar que a mulher ideal pode estar em casa. Não precisa ser intelectual – o que nem todas podem ser. Até lavando roupa, cozinhando ou costurando ela pode merecer essa classificação. Quais são, pois, as credenciais da mulher de verdade no conceito do escritor sagrado ? Ela é laboriosa, dinâmica. Companheira e não hóspede do marido, que por isso põe nela toda a sua confiança. É atuante, ainda que tenha empregadas. Mulher de verdade está longe de ser indolente: trabalha fora ou dentro de casa. Não importa. A mulher de verdade tem criatividade, iniciativa. Se for preciso, viaja para trazer de longe o seu pão. Não é derrotista, frustrada. Mulher de verdade nada tem de fraco – isso de sexo frágil… bem!!! Tem braços fortes, sem ser virago, metida a homem. Mulher de verdade é bondosa. Abre a mão ao aflito. O amor fica bem à mulher – casa-se bem com ela. Mulher de verdade veste-se bem, tão bem quanto possa. Sem ser manequim. Desleixada consigo mesma é que não. Mulher de verdade tem muito cuidado com a língua: só abre a boca com sabedoria e delicadeza. Eis aqui alguns traços da mulher de verdade. Que pode ser qualquer mulher comum. Fazendo o trivial. Até dentro de casa, merecendo elogios, honras no lar e fora dele, constantemente. A mulher bondosa e sincera ganha honra para si da mesma forma que os homens ricos usam sua riqueza para conseguir mais riquezas (Prov. 11.16). Mas por que, então, ela tem um dia especial, em oito de março? Para auxiliar cada homem a desenvolver maior sensibilidade para com esta mulher, a refletir no valor, no tesouro que ela é, especialmente se sua vida converge para uma reverente temor e submissão a Deus, servindo-O de coração. O dia tem como objetivo que ela receba presentes valiosos, louvor, honra por tudo que faz e por tudo que é, lembrando que ao lado de um grande homem, sempre existe uma grande mulher.

