
Banana Caramelada com Creme de Baunilha … testado por Sandy
17 de maio de 2015
CINFAABB em Belém do Pará …..postado por Sander
13 de setembro de 2015Em 24 de maio de 2015, nós, “as meninas de maio”, segundo a Mirian, partimos para mais uma aventura pela Europa.
Depois que eu voltei da minha viagem com a Mirian em 2013, ela sugeriu que eu reunisse um grupo de amigas para fazermos uma nova viagem em 2014. Fui perguntando para minhas amigas do Banco do Brasil e achei fácil, fácil, as sete.
Todas adoraram a viagem e, quando a Mirian nos disse que, para este ano, poderíamos organizar o roteiro, surgiram opiniões de todos os lados e, afinal, lá fomos nós de novo.
Fizeram parte desta viagem este ano a Marileia Krischinski, Fátima Hoffmann, Eliane Angelo, Mara Lúcia Fortunato, Maria da Graça Kasten, Mariza Prass, Nilza Margarida Sales, eu, Rosita Prass e a Mirian Murara, que é a nossa guia. Além de guia, ela é a organizadora da viagem, motorista da van, carregadora de malas (coitada) e intérprete nos países de lingua alemã. Ela conhece a Alemanha, Áustria e Suíça bastante bem, mas a Itália ela conhecia pouco. Mas como tudo era aventura, até os eventuais erros foram levados na esportiva. A viagem foi de uma alegria contagiante. Com excessão da Fátima, todas éramos funcionárias aposentadas do Banco do Brasil, entre 55 e 65 anos.
Entre uma paisagem deslumbrante e outra, o assunto girava entre a antiga vida no banco, as coisas engraçadas que vivemos, os colegas e os netos, já que a maioria tinha netos entre 4 e 8 anos. Vocês imaginam, cada uma querendo contar uma peripécia maior que a outra. Não vou relatar aqui todas as pizzas, sorvetes, linguiças, batatas e chucrutes que comemos. Ficaria tedioso. Mas comemos muuuito, bebemos muuuito vinho e rimos muuuito.
Partimos de Joinville no dia 24 de maio ao meio dia, saindo da escola Planeta, onde a Mirian é coordenadora e professora de alemão. As famílias estavam presentes para dar o seu adeus. Uma van nos levou ao aeroporto de Curitiba.
Partimos de Curitiba para São Saulo e de lá para Frankfurt am main, na Alemanha.
A viagem foi ótima, quem tinha medo tomou um rivotril e dormiu a noite inteira.
Chegamos em Frankfurt às 16 horas, horário local, sendo que a diferença de fuso horário é de 5 horas. Todas as bagagens chegaram e fomos pegar o carro previamente alugado na Avis. Demorou um pouco porque o GPS que a Avis tinha nos alugado não funcionou e tivemos de trocá-lo.
Enfim, saímos com destino a Tübingen, mais ou menos quatro horas de viagem. Ainda era dia e aproveitamos cada momento do trajeto para curtir a paisagem. Eu já tinha estado em Tübingen em 2013, mas o grupo não.
Tübingen fica no sudoeste da Alemanha, com cerca de 80 mil habitantes, dos quais 20 mil são estudantes. Com mais de 900 anos de idade, possui um centro histórico e um castelo “Schloss Hohentübingen”. Tübingen se desenvolveu pela universidade e pelos vinicultores.
Visitamos a praça do mercado, “Markplatz”, a prefeitura, construída em 1435, ornamentada com um relógio astronômico em 1511, que funciona até hoje.
Passeamos também pela famosa ponte florida, a Neckarbrücke. Linda de morrer. Todos os anos eles trocam os tipos de flores, assim a cada ano está diferente.
À tarde fomos visitar o castelo de Liechtenstein, também conhecido como “Castelo do Conto de Fadas” que se localiza sobre um penhasco nas montanhas Suábias. Estava muito frio e o guarda não queria deixar o carro subir. A Mirian então disse que uma das senhoras estava de perna quebrada e ele a deixou subir conosco, mas depois tivemos que descer a pé sem que ele percebesse que não havia ninguém com o pé quebrado. Rimos um monte. O castelo é lindo, apesar de não o termos visto por dentro. A vista do penhasco é maravilhosa.
À tardinha seguimos em direção à Rielasingen-Worblingen.
Hospedamo-nos no hotel Krone, um hotel todo rústico, com um carpet todo florido e móveis antigos.
Em Rielasingen ficamos duas noites, pois era quartel-general para outros passeios.
No dia seguinte fomos à ilha de flores Mainau, a 50 km do hotel. É uma ilha alemã no lago de Constance e tem uma diversidade incomparável de flores, árvores e plantas distribuídas por apenas 45 hectares. Já na ponte vemos o Schwedenkreuz, um crucifixo de bronze com mais de 400 anos. Antigamente esta cruz estava provavelmente na igreja do palácio da ilha até a guerra dos trinta anos, quando foi levada por soldados suecos. Mas aparentemente a cruz era muito pesada para eles carregarem, então a afundaram no lago. Mas hoje, ela está bem visível para os visitantes.
A ilha era propriedade da abadia de Reichenau no século VIII. Em 1272 ela foi doada para a ordem teutônia dos cavaleiros. Em 1806 a ilha foi anexada ao Grão-Ducado de Baden. Em 1857 o grão-duque Friedrich I comprou a ilha e a usou como residência do verão de 1857 até sua morte em 1907. Ele criou um parque com várias plantas tropicais que ele comprava pelas suas viagens. Desde 1932 essa propriedade pertence ao Conde Lennart Bernadotte (falecido em 2004) e sua fundação particular (desde 1974), onde sua filha, Condessa Bettina, ainda comanda tudo. O duque, tornou a ilha um navio de flores. Ano após ano, a ilha atrai mais de 1,7 milhões de visitantes.
Este ano, no final de maio, a ilha ainda não estava em todo o seu esplendor, pois muitas flores haviam sido recém-replantadas, mas mesmo assim, havia muitas flores e o próprio verde tem inúmeros tons diferentes, tornando o jardim único. Visitamos o castelo e o borboletário.
Comer num lugar desses não é gostoso?
Saindo de Mainau, fomos até uma cascata do rio Reno, Rheinfälle. Foi fantástico. Eu já havia estado numa cascata em outro ponto do Reno, mas esta eu não conhecia. Fomos de barco até um cantinho entre duas cascatas e subimos uma escada até o alto.
Não dá pra descrever. Talvez olhando as fotos, vocês possam ter uma idéia.
Voltamos para o hotel para, no dia seguinte, continuarmos com destino a Zermatt, na Suíca, mas antes fazendo uma visitinha a Bern, capital da Suíça.
Numa viagem anterior, a Mirian tinha ido a Bern e se encantado. Não poderia, por isso, deixar de nos levar lá. Realmente é uma cidade linda, a quarta cidade da Suíça, com uma população, em 2013, de 137.919 habitantes. É atravessada pelo rio Aare de águas cristalinas e que tem 195 km de comprimento e nasce na região dos Alpes. Está localizada a cerca de 30 km ao norte dos Alpes. É um patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, através de seu patrimônio medieval urbano que conseguiu atravessar os séculos.
Seguimos viagem com destino a Zermatt, mais ou menos 4,5 horas de viagem. No caminho, fizemos um trecho em que o carro entrava num trem em uma longa distância dentro de um túnel. Foi algo muito diferente, nunca soube que isso existia.
Zermatt é uma comuna da Suíça, no cantão Valais, mundialmente conhecida pelas suas montanhas cobertas de neve, ideais para a prática de esportes de inverno, além de caminhadas e trilhas. Também pudera. Dos 76 picos europeus com mais de 4.000 metros de altura, 36 se encontram na região alpina de Zermatt. Com pouco mais de 5.000 habitantes, estende-se por uma área de 242,67 kms quadrados, de densidade populacional de 23 hab/km quadrado. A língua oficial na comuna é o alemão, mas pelo menos 50% da população fala português atualmente, pelo menos é o que diz o google, mas não achamos ninguém que falasse português.
Zermatt é livre de automóveis, por isso fomos de trenzinho:
Zermatt é o próprio vilarejo típico alpino. Grandinho e turístico, decerto, mas com arquitetura e a topografia que você espera de uma aldeia montanhesa suíça. Zermatt é a mãe de todas as Campos do Jordão! O pano de fundo que lhe enfeita a paisagem é o cartão postal mais fotografado do país, o pico Mattherhorn, que você conhece das embalagens do toblerone. E praticamente não há carros nas ruelas: o trânsito de carros particulares é proibido; circulam apenas pequenos veículos elétricos que funcionam como táxi e transportadores de carga e bagagem.
Há muitas lojas interessantes, mas os preços também são padrão Suíça.
Para vermos o “Matterhorn” de perto, subimos ao “Gornergrat”. O cenário para chegar ao Gornegrat parece de filme. Um trenzinho cremalheira sobe lentamente a serra, deixando para trás a cidade, até alcançar os picos nevados.
Chegamos ao topo do Gornegrat a 3.089 metros de altura. A paisagem é de converter qualquer ateu. Estava muito frio, mas nada que diminuísse nosso entusiasmo.
Almoçamos num restaurante charmoso lá mesmo no Gornegrat. Depois era hora de partir
Na descida, mais maravilhas.
À tarde pegamos a autoestrada italiana com destino a Sirmione, Lago di Garda. Foram muitas horas de viagem, com muitas paradas para tirar fotos ou ir ao banheiro no entanto, as paisagens sempre eram muito bonitas. Primeiro ainda os Alpes, depois planícies imensas e coloridas, com diferentes tipos de vegetação e plantações em diversos estágios.
Chegamos a Sirmione um pouco antes do anoitecer, o que acontece lá pelas 9 horas. Ficamos no hotel Broglia, muito simpático e confortável.
No dia seguinte fomos explorar os arredores. O Lago de Garda é considerado um dos mais belos do mundo e é o maior da Itália, sendo margeado por belas aldeias com seus parques e resorts. De norte a sul são 50 km em linha reta e para dar uma volta completa no lago são aproximadamente 160 km de circunferência. Em alguns locais o lago chega a ter até 350 metros de profundidade.
Como as meninas ficaram lindas nas próximas fotos, resolvi colocar várias, mesmo que do mesmo lugar.
E agora chega de Sirmione. Fomos embora para Verona. Viagem curta, chegamos logo.
Verona é linda com suas casas floridas, seu anfiteatro, ruelas e um paraíso para nossas comprinhas. Só tínhamos um dia em Verona, então fizemos um tour no ônibus panorâmico. A idéia foi ótima, pois conhecemos a cidade inteira, depois, é claro, de visitarmos a casa de Giulietta e seu balcão.
Havia uma estátua de Giulietta em cujos seios, dizem, dá sorte passar as mãos. É claro que, pelo sim pelo não, o fizemos. E tiramos fotos.
Olhem que lugar charmoso para um café ou sorvete! Olhem só o sorvetão da graça!!! O meu era pequenininho. Ou será que já estava no fim? rsrs e o camarão à noite? Imperdível!
O ônibus subiu um morro e pudemos sair, admirar a vista e fotografar, é claro.
No dia seguinte, fomos ver o anfiteatro por dentro. Ele é usado para grandes espetáculos. Quando estávamos lá, ele estava sendo preparado para um deles.
No próximo dia, partimos em direção a Lucca, sempre com boas estradas e paisagens bonitas.
Cuidadosamente envolvida por uma muralha de 4 quilômetros de extensão e 12 metros de altura que, de tão bem cuidada, em nada aparenta seus mais de 400 anos, Lucca é uma jóia Toscana. A vista que se tem passeando pela fortificação já valeria o passeio, mas os atrativos também estão em seu interior. A começar pela piazza anfiteatro, um adorável espaço oval delimitado por casarões e cheio de “lojinhas”, e seguindo, temos os bares, restaurantes, praças e mercados. Linda também é a Cattredale di San Martino, do século XI. Giacomo Puccini, o compositor de ópera autor de Madame Butterfly e tosca, nasceu em Lucca. Lucca fica a uma hora e meia de viagem de Florença e 45 minutos de Pisa.
Mais algumas horas de viagem com destino a San Quirico d’Orcia, onde era nosso quartel general. San Quirico d’Orcia é uma cidadezinha deliciosa. Fizemos um passeio para conhecê-la. Andamos por suas ruazinhas estreitas e almoçamos na Trattoria al Vecchio Forno il Giardino, um lugar simples e romântico. Daí partimos para outros vilarejos igualmente lindos nos arredores.
Naquele mesmo dia partimos para conhecer duas cidades vizinhas: Pienza e Montepulciano.
Pienza é a terra natal do Papa Pio II. Toda a cidade gira em torno da Praça Pio II, circundada pela catedral da Assunta e pelos mais importantes palácios da cidade.
Chamada anteriormente de Corsignano, a cidade teve seu nome mudado para Pienza depois da eleição do Papa, em 1458.
Nascido em Pienza, o sumo pontífice tinha o sonho de transformar a sua cidade natal em cidade modelo, por isso mandou reconstruir a catedral, a prefeitura e uma residência papal. No topo de uma colina, é um dos vilarejos mais encantadores da Toscana com um magnífico panorama que se abre para os verdes campos do Val d’Orcia com estreitas estradas, ciprestes e campos cultivados.
Montepulciano é uma cidadezinha medieval erguida toda em pedra no alto da colina, com um belo centro histórico caracterizado por uma sucessão de vielas imperfeitas e fachadas irregulares, cercado por muralhas e fortalezas. Curiosidade: na saga cinematográfica crepúsculo, Montepulciano serviu de dublê de cenário para as cenas que se passavam em Volterra.
Chegamos no hotel muito cansadas até para ir jantar. Aí fomos “convocadas” pela Mirian para fazermos um piquenique. Algumas meio a contragosto, partimos com os restos de lanche e uma garrafa de vinho para ver o pôr do sol em algum lugar que a Mirian já tinha descoberto, é claro. Nesse lugar já havia muita gente, então fomos adiante. Logo encontramos um recanto onde estendemos a toalha, rimos muito e saboreamos o pão, a linguiça, o queijo, o vinho e outros petiscos. Dançamos, cantamos e rimos muito. Foi muito bom.
No dia seguinte tínhamos mais dois paraísos para conhecer: Siena e Cortona.
Siena, cercada por vinhedos dos quais se extraem estupendas garrafas do autêntico chianti, faz jus a fama de lugar romântico dos que só se encontram na Toscana. Vista de cima, Siena parece um labirinto, de tão estreitas que são muitas das suas charmosas vielas. O emaranhado de ruazinhas – delicioso de se percorrer – contrasta com a amplitude da Piazza del Campo, lar do Palazzo Público, com seu imponente campanário do séc XIV. Mais ao norte está a Piazza del Duomo com sua fabulosa catedral, do séc XII.
Para terminar o dia com mais uma cidade romântica da Toscana, fomos a Cortona, em cuja praça o André Rieu fez um de seus mais lindos espetáculos. Foi nesta região da Toscana também que foi filmado “Sob o Sol da Toscana” e a Villa Bramasole cenário principal do filme é em Cortona.
No dia seguinte, partimos com destino a Mestre, Veneza. Chegamos cedo, então deixamos nossas malas no hotel e a Mirian achou um ônibus que nos levaria para pegar o vaporeto. Agora começou uma outra etapa da viagem. Veneza!!!!
O trajeto de vaporeto é mágico, o trânsito intenso, cheiro de mar apenas, nenhum mau cheiro. Paramos na Piazza de Roma.
Bem, aí aconteceu uma coisa estranha que, no início, parecia ruim, mas depois se transformou em algo muito bom.
Na hora de ir embora erramos o vaporeto e pegamos um que ia pro lado errado. Vimos o anoitecer maravilhoso e estranhamos que o barco não retornava, mas tudo estava tão bonito que ninguém se deu conta. Quando o vaporeto lotado parou e disseram que era o último ponto, vimos que algo estava errado. Perguntamos num restaurante onde, Graças a Deus, encontramos um italiano simpático que nos informou que estávamos a uns 100 km de Mestre pela estrada e o vaporeto levaria umas duas horas para chegar lá. Isso já eram 22:30h! Enfim, chamaram dois táxis tipo Van e levamos pouco mais de uma hora para chegar ao hotel, rindo e conversando. Foi uma despesa extra, mas valeu a pena pelo espetáculo do pôr do sol que não teríamos, se tivéssemos ido certo.
Na manhã seguinte mais uma passadinha em Veneza para ver mais e fazermos mais umas comprinhas.
Após o almoço, partimos para Ljubljana, capital da Eslovenia.
Depois de algum trabalho para localizarmos o hotel, enfim chegamos. O hotel era o mais simples de toda a viagem, mas os quartos até que eram confortáveis.
Estratégicamente situada no centro da Europa, Ljubljana revela-se uma adorável e antiquíssima metrópole ancorada entre os Alpes e o Mar Adriático, onde diferentes culturas se mesclam.
Custodiada por um antigo castelo e instalada num imenso vale rasgado pelo rio Ljubljana, que hoje se encontra unido por diversas pontes, é uma cidade que inspira tranquilidade, sossego e transparece a sua diversidade cultural na sua gastronomia, música e arquitetura.
Saímos para jantar logo adiante, depois de uma ponte, numa região onde carros não trafegam. Os restaurantes ao ar livre eram convidativos e comemos uma boa pizza ou risoto e bebemos cerveja e vinho. Estava tudo uma delícia. A garçonete entendia o nosso inglês “capenga”.
No dia seguinte, subimos ao castelo de teleférico.
A feirinha na pracinha aos pés do Castelo foi de “lamber os beiços”.
No dia seguinte, viajamos pela Steirische Weinstrasse (estrada dos vinhos do estado de Steiermark), para Unterlamm, na Áustria. Esperávamos ver muito vinhedos, mas isso decepcionou um pouco. Em compensação, jantamos uma tábua de frios e vinhos locais, num restaurantezinho delicioso. O hotel era no alto, um local muito bonito.
O próximo destino: Munique, Alemanha.
Passeamos um pouco e fomos jantar na cervejaria Hofbräuhaus, que é a cervejaria mais famosa do mundo e o ponto mais visitado de Munique. Foi construída como uma cervejaria real em 1598. É famosa também por ter sido o primeiro local de concentração nazista, onde Hitler fez um discurso na frente de milhares de pessoas. Há banda de música, cerveja de um litro e muita descontração.
Pegamos um ônibus panorâmico, do qual se poderia descer em vários pontos e pegar o próximo. Infelizmente não conseguimos chegar em vários pontos, como o jardim inglês, a BMW e o Pavilhão Olímpico porque estavam interditados por causa da visita do Obama, mas conseguimos visitar o Palácio Nymphenburg, que é um palácio barroco, que serviu de residência de verão aos governantes da Baviera.
Imenso e com um jardim maravilhoso!
Subimos depois a Torre Olímpica de Munique (Olympiaturm), construída entre 1965 e 1968, no Parque Olímpico de Munique. Com 291 metros, a torre é a estrutura mais alta de Munique e recebe por dia muitos turistas. A torre conta com um restaurante giratório, a 181 metros de altura. Sentamos no restaurante e bebemos algo, só para senti-lo girar.
O Parque Olímpico, visto de cima, e a cidade.
No dia seguinte, viajamos para nossa querida Rothenburg ob der Tauber. Já estivemos quase todas lá no ano passado, mas quisemos voltar.
A cidade é linda e tem muitas coisas para comprar. Eu comprei um moooonte de chocolate da Ritter, livros em alemão e toalhinhas bordadas. A Mariza também estava atrás de chocolate e toalhinhas. E todas compraram bolsas e outras coisas. É uma cidade relativamente barata, turística, é claro, mas adoro Rothenburg.
Infelizmente choveu pela primeira vez na viagem, mas não chegou a incomodar. Todas tínhamos capas. Em Munique, no dia anterior, tinha tido uma trovoada, mas pouca chuva. A Mariza, na agonia de pegar um táxi, acabou perdendo seiscentos euros. Ainda bem que a viagem estava no fim.
À noite, no restaurante do hotel, revelamos o nosso amigo secreto. Eu ganhei mais dois livros, voltando com nove romances em alemão. Tenho trabalho por algum tempo…rsrs.
Café da tarde em Rothemburg!!!
Mais umas quatro horas de viagem para o aeroporto de Frankfurt, devolução do carro e embarque para São Paulo\Curitiba e lá a mesma Van que nos levou, veio nos buscar.
Chegamos de volta cheias de saudades, de presentes e muitas coisas para contar. E nossos maridos, filhos, cachorros e papagaios estavam todos nos esperando. E com braços fortes para carregar as bagagens…..hehe
Fim de viagem!!!! Até a próxima!!!





























































































































382 Comments
Parabéns ao grupo. Dá gosto ver pessoas como vocês, cheias de energia e com um astral tão alto. Deus as abençoe e lhes permita muitas outras viagens.
Obrigada Geraldo!
Viajar é uma das coisas que mais encanta este grupo.
O lema é: aproveitar as boas coisas da vida em boas companhias!
Grande abraço!
Sander