
Acordo previdenciário garante assistência médica no exterior….postado pelo colega Luís Trentin
1 de agosto de 2013Colegas na ag Príncipe…..colaboração Dagmar
7 de agosto de 2013Postado por Sanderlene
Carl Rogers reuniu num livro os artigos que escreveu entre os anos de 1951 a 1961. Este livro chama-se “Tornar-se Pessoa”. Pode parecer, mas não é um livro de auto-ajuda. Na verdade, ele foi estimulado pelos leitores a escrevê-lo pois comentavam que seus artigos eram estimulantes e enriquecedores, e, acreditem, realmente nos ajudam, nem que seja somente para refletirmos a respeito.
Mas, quem foi Carl Rogers??
Foi um psicólogo norte-americano que desenvolveu a Psicologia Humanista. Também foi professor em universidades de Ohio, Chicago e Wisconsin.
Abaixo, trechos do seu livro. Quem sabe você se sinta estimulado (como eu) a lê-lo na íntegra.
“Algumas coisas fundamentais que aprendi:
- Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu fosse alguma coisa que não sou.
- Descobri que sou mais eficaz quando posso ouvir a mim mesmo aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo.
- Julgo que aprendi isto com os meus clientes, bem como através da minha experiência pessoal: não podemos mudar, não nos podemos afastar do que somos enquanto não aceitarmos profundamente o que somos.
- Quando alguém exprime um sentimento, uma atitude ou uma opinião, a nossa tendência é julgar imediatamente, na maioria das vezes: “está certo”, “que besteira”, “não é normal”, “não tem sentido”, “não está certo”, “não fica bem”. Raramente permitimos a nós mesmos compreender precisamente o que significa para essa pessoa o que ela está dizendo. Julgo que esta situação é provocada pelo fato da compreensão implicar um risco. Se me permito compreender, na realidade, uma outra pessoa, é possível que essa compreensão acarrete uma alteração. E todos nós temos medo de mudar.
- Verifiquei que me enriquece abrir canais através dos quais os outros possam comunicar os seus sentimentos, a sua particular percepção do mundo. Como professor, encontrei igualmente o mesmo enriquecimento sempre que abri canais através dos quais os outros pudessem se revelar […..] onde cada um possa ter opiniões diferentes das do professor ou dos colegas.
- É sempre altamente enriquecedor poder aceitar outra pessoa. Poderei aceitá-la quando ela encara a vida e os seus problemas de uma forma completamente diferente da minha? [….] Parece-me que é uma atitude cada vez mais frequente de todos nós na nossa cultura julgar da seguinte maneira: “todas as outras pessoas deviam sentir, pensar e acreditar nas mesmas coisas que eu”.
- Quanto mais aberto estou às realidade em mim e nos outros, menos me vejo procurando, a todo o custo, remediar as coisas. É de fato paradoxal verificar que, na medida em que cada um de nós aceita ser ele mesmo, descobre não apenas que muda, mas que as pessoas com quem ele tem relações mudam igualmente.”



